Dabucurí: ofrecimiento de la Selva – Por Alejandro Campuzano Zuluaga

Originalmente publicado no site da Fundación Conservando - Medio ambiente y cultura e gentilmente cedido pelo autor, este belíssimo ensaio fotográfico traz com arte e poesia um ritual de Dabucurí entre os Bará de Santa Teresita, Caño Macucú, Tiquié.

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Descendência, aliança e comensalidade: um ensaio sobre as relações de parentesco no Rio Negro – por Lorena França

Este ensaio busca retomar clássicas abordagens da antropologia, disciplina consolidada a partir dos estudos de parentesco, e contrastá-las com algumas questões etnográficas do Rio Negro, especialmente formuladas por pesquisadoras mulheres para apresentar algumas reflexões, em aberto, para o campo. O modelo de consanguinização dos afins, formulado a partir da paisagem etnográfica das Guianas, poderia oferecer uma luz para as relações entre os povos do Rio Negro?

Wahi | Uma meditação sobre miçangas, memórias e mulheres – por Wolfgang Kapfhammer

O caráter informal desse blog "Cadernos do NEAI“ me oferece a oportunidade de publicamente prestar atenção a essas primeiras impressões, que ocupam a cabeça na primeira vista – digamos de um objeto etnográfico numa coleção museológica – e às associações que seguem desobstruídas pelas convenções científicas. A meditação a seguir foi desencadeada por um lado por uma tanga Waimiri-Atroari na coleção Fittkau no Museum Fünf Kontinente em Munique, Alemanha, e pela predileção da minha esposa por uma certa bijuteria da Boêmia do tempo “pre-guerra”. O elemento comum é o uso de avelórios ou miçangas, em ambos os casos provavelmente da origem boêmia. O que segue é nada mais do que uma improvisação sobre temas como contato (in-/voluntário), migração (muitas vezes forçada), trauma e resiliência.

“O celular é o avô dos Waiwai” Tecnologias e domesticação das redes e mídias sociais entre os Waiwai – por Alexandre Aniceto de Souza e Carlos Machado Dias Jr.

Propomos abordar alguns aspectos das mídias e redes sociais no contexto da organização social do povo indígena Waiwai na Amazônia brasileira. Descrever algumas relações estabelecidas entre eles, a partir das transformações proporcionadas pelas mídias e redes sociais, em articulação com suas próprias formas de organização e gestão territorial, é o ponto central deste artigo. Em acordo com a maioria dos jovens abordados, o celular ocupa um lugar importante no registro de suas diferenças frente aos brancos. Como observou um deles: “o celular é o avô dos Waiwai, guarda a nossa memória e pode explicar tudo que a gente não sabe”.

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